Tuesday, February 27, 2007

Merci

É só para dizer que hoje, este bloguinho atingiu as 20 000–VINTE MIL–VISITAS.

Muito Obrigado a Todos. Vamos seguir tranquilamente com tranquilidade….

Posted by Emília at 19:59:19 | Permalink | Comments (3)

Monday, February 26, 2007

Cópia

A minha criança de sete aninhos teve que fazer uma cópia para trabalho de casa.

Para que ninguém duvide da minha sanidade mental, faço questão de a transcrever, com anotações minhas.

“Cópia

No Sábado a Zélia foi ao Zoo da Maia (isto é publicidade, não é?)

Lá viu um pavão, um camelo, um macaco, um leão, uma jibóia, um cágado e um papagaio na gaiola (e onde está a Sociedade Protectora dos Animis, onde?).

Foi de mão de dada à mãe e ao pai até ao lago da foca e à toca do leão (no mínimo, bucólico….)

Ao meio-dia ficou com fome e foi ao café (que é um belo local para almoçar, pois é).

No café comeu um belo bife de vaca e bebeu um sumo de limão, a mãe comeu uma (reparem bem no pormenor da dieta, UMA) batata cozida e bebeu água e o pai comeu uma salada de tomate e azeitona e bebeu um fino”.

É claro que a minha rapariga não sabia o que era um fino nem porque é que a mãe bebeu água e o pai bebeu cerveja nem porque é que o pai comeu salada e a mãe uma batata cozida.

Anda na primeira classe, tadinha. E cópias assim….profundas.

Posted by Emília at 21:40:20 | Permalink | No Comments »

Saturday, February 24, 2007

(só uma coisinha…)

(Se o mar continuar a galgar terreno a esta velocidade, daqui a meia dúzia de anos, temos praia em Lamego. Não sei de quem é a culpa da revolta do mar mas, cá para mim, só pode ser do governo)
Posted by Emília at 22:00:01 | Permalink | No Comments »

Friday, February 23, 2007

Por favor, digam que não…

Será possível que alguém vá, com urgência, à farmacia comprar um medicamento, também ele urgente, e o perca pelo caminho, chegando a casa sem ele???
Posted by Emília at 20:28:48 | Permalink | Comments (3)

Thursday, February 22, 2007

Pior que…????

Pior que as sete pragas do Egipto de que fala a biblía e que eu, apesar de não saber bem o que é, garanto que é uma coisa má, só mesmo um marido doente.

“Um copo e água”. “Uma chávena de chá”. “Um comprimido”. “Doi-me a cabeça”. “Doi-me a barriga”. “Tenho que ir ao médico”…enfim. Um reportório inesgotável. Com a agravante do meu sócio apanhar tudo que as filhas apanham. Elas têm gripe, ele tem gripe; elas têm uma virose, ele tem uma virose; elas têm escarlatina, ele tem escarlatina…

Ontem acordou “a morrer”, tão doente que se sujeitou a que eu o conduzisse até ao hospital.

Bem, devo dizer que, numa viagem de dez quilómetros, rompi mais pneus que num mês inteiro tal era a intensidade com que o homem gritava “traaavvvvaaaa”.

E estava doente.

Defenitivamente é impossivel conduzir á beira do gajo com quem nos casamos. Juro que, se eu conduzisse todos os dias com ele ao lado, já estava divorciada. É que não dá mesmo.

Para além da ginástica que faz com os braços, pernas e cara (ai o que ele remexe os olhos!), fala, grita, dá ordens.

A meio da viagem avisei-o que, ou ele se calava, ou ficava ali, na berma da estrada á espera da ambulância mas nem assim.

Já no fim da consulta, antes de regressar a casa, comigo ao volante, ainda lhe perguntei: “Vais estar calado ou tenho que ir ao médico pedir para te dar medicação para dormir?”.

Na verdade não se meteu com a forma brilhante como eu conduzi.

Em vez disso, fez questão de descrever ao pormenor as enfermeiras estagiárias que lidaram com ele: a forma como lhe tiraram sangue, a forma como lhe colocaram um penso no braço, em cima dos pelos, para ele ver como doi fazer a depilação e coisas do género.

Venha o diabo e escolha.

Posted by Emília at 22:13:34 | Permalink | Comments (1) »

Tuesday, February 20, 2007

Arte Nova

É quase como a Coca-Cola: Primeiro estranha-se e depois entranha-se.

Na Era da comunicação global, em que é possivel falar e tempo real com alguém do outro lado do mundo; em que os emails, o msn e essas coisas todas facilitam a massificam a comunicação, não deixa de ser estranho descobrir mensagens à moda antiga.

Vai uma gaja na estrada e, pendurado numa passagem superior, lá está um pano branco com a inscrição: “Amo-te Carla”. Eu, que não me chamo Carla, até senti um certo azeite a escorrer-me pela cara…

Mais à frente, outra novidade: “Amo-te minha linda menina”. E coisas do género.

Contudo, no top das informações/recados está uma mensagem fabulosa, escrita numa placa á entrada de uma via-rápida por onde passo muitas vezes: “Teixeira anda devagar”. Embora sem lá estar escrito “amo-te” ou “amor”, esta é, sem dúvida, uma bela mensagem.

Do género desta, só uma, escrita numa parte aparentemente inacessivel para alguém que não o Homem-Aranha, na famosa Torre de Paris. Lá no alto, bem no alto, no meio de ferros retrocidos, está lá para quem quem quiser ver: “Viva o PCP. Ermesinde a concelho”.

Serão grafitis modernos ou uma espécie de Arte Nova?

Posted by Emília at 20:33:20 | Permalink | No Comments »

Sunday, February 18, 2007

Queremos chouriça!!!

Estava a Rádio Televisão Portuguesa a transmitir uma reportagem sobre os protestos populares contra o encerramento do Serviço e Urgência em Valença, quando–subitamente–reparo na forma atenta como a minha filha mais nova olhava para a TV.

De megafone na mão, uma popular gritava a plenos pulmões “queremos justiça, queremos justiça”.

A minha pequena tentava fazer o mesmo mas gritando “queremos chouriça, queremos chouriça”.

E, de repente, pergunta: “ó mãe porque é que aqueles senhores estão ali a gritar que querem chouriça”?

(ainda me estou a rir)

A lingua portuguesa é mesmo muiiiiittttoo traiçoeira…

Posted by Emília at 13:51:51 | Permalink | Comments (3)

Friday, February 16, 2007

Testículos

O tio Alberto João disse, a propósito de referendo sobre a despenalização da IGV, que os políticos portugueses não têm “testículos”.

Ora bem. Será que o Alberto João não é político?

Será que o Alberto João não é português?

Será que o Alberto João não é um político português?

Será que o Alberto João queria dizer tomates em vez de testículos?

Será que o Alberto João existe mesmo?

Posted by Emília at 14:30:40 | Permalink | Comments (2)

Wednesday, February 14, 2007

Desculpa pá…

Era para ser um jogo pedagógico. Uma actividade lúdica, feita com bolas de ténis que atiravamos uns aos outros.

Era. Mas não foi.

O meu “parceiro”, uns três metros à minha frente, era um simpático rapaz mais baixo que eu cerca de 10 cêntimetros.

Foi o suficiente.

Na primeira vez que lhe atirei a bola, acertei-lhe em cheio na testa.

Ele queixou-se das dores mas o jogo deveria continuar. As gargalhadas dos outros é que não ajudaram nada e o jogo acabou logo ali, com cada um a segurar na barriga e a rir a bom rir.

E, digo eu, não há jogo pedagógico que faça melhor que uma barrigada de riso….

Posted by Emília at 21:20:20 | Permalink | Comments (1) »

Tuesday, February 13, 2007

Pi Pi ou como se arranja uma buzina

Ando a lutar contra o computador que me impede de escrever textos com mais de mil plavras.

Assim, depois de três tentativas falhadas de relatar como arranjei a buzina do meu jipe, sucintamente digo apenas que já tenho gaita.

Graças a uma pinça e ao meus dentes, a buzina já funciona.

Coisas de gaja.

 

Posted by Emília at 09:31:42 | Permalink | Comments (2)